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Filosofia na Tecnologia e + concorrência para o Clubhouse

Impulso News
Filosofia na Tecnologia e + concorrência para o Clubhouse
Por Impulso News • Edição Nº21 • Ver na web
Toda semana, temos aqui uma edição com conteúdos escritos e curados por Sylvestre Mergulhão, Karine Silveira e Rafael Miranda sobre Inovação, Liderança, Transformação Digital e Business Agility. Mas deixamos uma semaninha de folga para eles e trouxemos aqui uma curadoria exclusiva.
Boa leitura! ;)

PARA LIDERANÇAS
O encontro da filosofia com a tecnologia
Em um mundo onde máquinas tomam decisões, os caminhos entre filosofia e tecnologia se cruzam cada vez mais. Um exemplo claro disso está na seguinte questão: qual é a ética dos algoritmos? Quais são as diretrizes éticas que deveriam nortear as decisões das máquinas, e quem é o culpado quando uma máquina toma uma decisão ruim? Essas são perguntas para pensar um futuro onde a tecnologia é aliada, e não vilã, da humanidade. Sobre o desafio de conciliar esses dois universos, vale a leitura de dois artigos do MIT Review: sobre o fato de algoritmos do Facebook estarem impedindo mulheres de encontrarem empregos e o que a empresa está fazendo sobre isso, e esse sobre quem o carro autônomo deveria atropelar, num estudo que traz de volta o polêmico “dilema do bonde”.
Framework de tomada de decisão
Em meio a tantas decisões que um gestor precisa tomar no seu dia a dia, qual é o seu framework pessoal de tomada de decisão? Quais valores, princípios e questões são primordiais para você e para a empresa - especialmente em situações difíceis? Empresas melhores contam com pessoas que aprenderam a tomar melhores decisões. E isso impacta, inclusive, na tecnologia produzida por essas empresas. Uma boa pedida nesse sentido é o curso online “The Wise Manager”, da Software Zen. E não, não estamos ganhando nada por indicar - a não ser, talvez, um mercado com líderes potencialmente melhores.
O ponto cego do turnover: o próprio chefe
A alta demanda, o mercado competitivo, o baixo número de profissionais qualificados e até a alta do dólar: todas essas são boas justificativas para um alto turnover em cargos importantes e no setor de tecnologia. Mas todo mundo tem um ponto cego - e o de quase todo mundo é, literalmente, o próprio nariz. Um levantamento da consultoria de gestão Muttare divulgado com exclusividade pela Você S/A apontou uma discrepância entre a visão dos gestores sobre si mesmos e a visão dos seus times sobre eles. A mais gritante é no quesito “reconhecimento”: 86,37% dos gestores dizem que sabem reconhecer e recompensar o desempenho da equipe, mas somente 37,7% das pessoas lideradas concordam com isso.
ATUALIDADES TECH
Clubhouse em clima de fim de festa
Participou do hype do Clubhouse? Para dar uma atualizada na memória: a rede social foi lançada em fevereiro desse ano apenas para iOS, e só para convidados. Depois de explodir com 2,7 milhões de downloads em março, a plataforma amargou uma queda de 66% em novas instalações logo no mês seguinte. Isso pode ser, em parte, explicado pela adoção de recursos bem semelhantes em outras plataformas, como o Discord (com os Stage Channels), Twitter (com Twitter Spaces), além de vários outros potenciais concorrentes. A rede tentou dar uma reanimada em maio com o lançamento da versão para Android, mas, pelo baixo alvoroço criado, ficou parecendo aquela alegria passageira que dá na gente quando toca uma música legal no final da festa.
Enquanto isso, sala verde by Spotify
Se o Clubhouse parece estar sentado, sem sapatos, balançando a cabeça ao som de um hit clássico dos anos 80, para o Spotify, parece que o DJ acabou de chegar. A plataforma lançou o aplicativo Greenroom, mais um player para fazer barulho nessa competição, com salas de áudio para até mil pessoas e uma bonificação chamada “gems” - um embrião do que pode se tornar um modelo de monetização no futuro, segundo a própria empresa comunicou em entrevista ao Tech Crunch. Essa bonificação poderá ser distribuída pelos usuários como uma forma de classificar o conteúdo. E para entrar nessa festa, não precisa de convite (e nem de iPhone).
Falando em efemeridades, você lembra do Periscope?
Bem, provavelmente, não - e essa é a questão. Periscope foi um aplicativo de streaming de vídeo ao vivo para iOS e Android, que teria sido comprado pelo Twitter em 2015 por supostos US$ 100 milhões. Em abril desse ano, o aplicativo foi descontinuado pelo Twitter, que afirmou ter incorporado (?) suas funcionalidades. E não foi o primeiro investimento do Twitter que naufragou: em 2012, a empresa adquiriu a Vine, que foi uma espécie de precursora do TikTok, e, em 2016, a própria Vine também foi encerrada. Será que o Clubhouse terá o mesmo destino?
PARA SEGUIR, ASSISTIR E OUVIR
Joan C. Williams: Porque programas de diversidade corporativa falham | TED Talk
The BRIEFcast
“Um bom chefe faz com que homens comuns façam coisas incomuns.”
Peter Drucker
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Conteúdos sobre Inovação, Liderança, Transformação Digital e Business Agility, escritos e selecionados especialmente por Sylvestre Mergulhão, Karine Silveira e Rafael Miranda.

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