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Me faça feliz que eu fico, me engajo e faço melhor

Impulso News
Me faça feliz que eu fico, me engajo e faço melhor
Por Impulso News • Edição Nº88 • Ver na web
Toda semana, temos aqui uma edição com conteúdos escritos e curados pelas lideranças da Impulso sobre Inovação, Liderança, Transformação Digital e Business Agility. Nesta semana, você confere este artigo da nossa Coordenadora de Gestão Contínua, Monique Bitencourt.

O que faz a gente, verdadeiramente, permanecer em uma relação, seja ela profissional, familiar ou de casal? Será que somente satisfazer algumas necessidades básicas? Ou, nada disto, nos permitimos ficar numa situação se percebemos que existe a possibilidade de sermos felizes?
Fiquei refletindo sobre isto após perceber, em uma roda de conversa na faculdade, com alguns profissionais de diversas áreas (Direito, Pedagogia, Contábeis, Administração, Informática), o quanto de frustração havia em suas falas.
Me perguntei se esta frustração servia de combustível para encararem uma aula à noite, após um dia inteiro de trabalhos sem sentido, frustrantes e tediosos, com a esperança de que após 5 anos de curso, poderiam experimentar um trabalho que fizesse mais sentido em suas vidas, que estivesse alinhado a um propósito e que lhes trouxessem a tão sonhada: felicidade.
Mas, continuei a me perguntar: Qual o sentido de esperar 5 anos para ser feliz, se a gente nem sabe o que acontecerá no minuto seguinte? - Esta finitude da vida não parecia estar sendo considerada por nenhum deles.
Até que ponto vale a pena ficar como está?
Muitas vezes, a vida vai seguindo de uma forma automática, impactando a saúde, a qualidade de seu tempo e das relações, você vai fazendo as coisas sem tesão nenhum, até que algo acontece e você começa a se questionar: “até que ponto vale a pena ficar como está, onde está ou com quem está?”
Felizmente, a gente tem esses questionamentos, nosso cérebro vai dando aqueles alertas que fazem a gente se inquietar e sair do lugar.
O mercado está cheio de oportunidades, das mais diversas. Mas, achar aquela empresa que busca fazer diferente, que mira em ter profissionais com aquele brilho no olhar, não é tão simples assim…
Mas, não desista, elas existem! E se eu encontrei aqui na Impulso, você também tem esta possibilidade. As organizações já entenderam que manter o profissional engajado faz toda diferença: trabalhamos melhor, ficamos mais inspirados, colocamos consistência em nossas atividades, fazemos com amor.
Querer ser importante por onde passar também é uma necessidade básica. E Maslow que me perdoe a ousadia, mas sou dessas, na Hierarquia das Necessidades, dentro do meu hoje, autorrealização está lado a lado com minha necessidade fisiológica: eu preciso ser feliz para me sentir engajada e fazer o meu melhor a cada dia.
Então, te convido a uma reflexão:
O que você busca, verdadeiramente?
Vai continuar vivendo na cinzenta zona de conforto, reclamando de estar onde está, fazendo mais do mesmo ou já é hora de assumir as rédeas da sua vida e focar em ser feliz?
Permita-se o novo, você pode se surpreender muito, positivamente, e se não rolar assim, sigamos na busca pois a vida é isto: cheia de ciclos, inícios, finais e você pode intervir em todos eles! 
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“Tenha a coragem de seguir o seu coração e a sua intuição. De alguma maneira, eles já sabem o que você realmente quer se tornar. Tudo o resto é secundário.”
— Steve Jobs
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