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Vivendo com intencionalidade

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Vivendo com intencionalidade
Por Impulso News • Edição Nº27 • Ver na web
Toda semana, temos uma edição com conteúdos escritos e curados por Sylvestre Mergulhão, Karine Silveira e Rafael Miranda sobre Inovação, Liderança, Transformação Digital e Business Agility. Nessa semana, confira este artigo do nosso CEO Sylvestre Mergulhão.

Vivendo com intencionalidade
Recentemente eu estava ouvindo um podcast com o Rafael Hansen, onde ele comenta sobre viver com intencionalidade.
O termo me chamou atenção, pois eu não havia lido ou escutado esse termo especificamente. Já o conteúdo trouxe mais um ponto de vista sobre organização pessoal, decisões e autonomia que há tempos já fazem parte do meu cotidiano.
Mas teve uma coisa que veio a mais em minha mente ao ouvir o podcast e eu não consigo explicar como acabei fazendo essa conexão naquele momento. São bastante conhecidos alguns experimentos psicológicos sobre o comportamento humano e sobre como pessoas boas podem agir de forma moralmente questionáveis.
Um dos mais famosos é o Experimento de Milgram onde os participantes são aliciados a executar eletrochoques em outros participantes. E posteriormente houve também o Experimento da Prisão de Stanford. Ambos os experimentos são questionados sobre sua validade científica na íntegra. Mas é impossível não fazer analogias com os excessos que são de conhecimento público que acontecem no mundo real, como foi o escândalo internacional da prisão de Abu Ghraib e os tantos outros que acontecem em todos os lugares (aqui no Brasil, nem é preciso comentar, correto?).
Quem, enquanto jovem (às vezes nem tão jovem assim), não fez alguma coisa só por pertencimento ao grupo que atire a primeira pedra. Seja de forma sutil ou hostil, o ambiente tem a capacidade de tirar o nosso livre arbítrio.
Estou apenas obedecendo ordens?
Estou tendo autorresponsabilidade sobre as minhas ações?
O que estou fazendo agora se conecta com os meus valores?
Estou tomando decisões morais questionáveis e influenciando negativamente a vida de outras pessoas?
E sobre a minha própria vida, em relação a coisas que não afetam outras pessoas: estou fazendo agora e priorizando coisas que realmente me interessam? Ou será que estou reagindo apenas ao ambiente e às coisas que me demandam? Estou apenas carregado pelas circunstâncias, deixando a vida me levar? Quando terei tempo para ficar com minha família se eu não reservo tempo para isso? Como posso me aprimorar em determinado assunto, se o tempo de estudo não está nunca reservado na minha agenda?
Falando nisso tudo, me lembro que preciso aumentar o tempo dedicado aos treinos… Tenho uma meia-maratona para correr em outubro. É a reta final.
Viver com intencionalidade é assumir essas responsas! Dá um trabalho danado isso. É de se entender o motivo de tanta gente só ir pela maré.
Rafael Hansen fala sobre a construção de melhores hábitos com foco na produtividade - Astella Playbook | Podcast on Spotify
Philip Zimbardo: Philip Zimbardo: Como pessoas comuns se tornam monstros... ou heróis | TED Talk
Filme "O experimento de Milgram"
“Ponha uma pessoa boa num ambiente que sofre de declínio moral e essa pessoa ficará suscetível a lapsos éticos.”
Simon Sinek
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Conteúdos sobre Inovação, Liderança, Transformação Digital e Business Agility, escritos e selecionados especialmente por Sylvestre Mergulhão, Karine Silveira e Rafael Miranda.

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